Houve ou não houve, consagração do Brasil ao Imaculado Coração?

Houve ou não houve, consagração do Brasil ao Imaculado Coração?

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Assista acima à cerimônia realizada hoje, 21 de maio.

Houve ou não houve, consagração do Brasil ao Imaculado Coração?

Precedido de muita comemoração e entusiasmo por parte dos católicos, o dia 21 de maio de 2019 tornou-se um marco para os cristãos do todo Brasil.

Com a presença ilustríssima do Presidente da República, Sr. Jair Messias Bolsonaro, de Dom Fernando Rifan e outras autoridades da Igreja, além de políticos da bancada Católica e outros convidados, aconteceu hoje no Palácio do Planalto um Ato de renovação da Consagração do Brasil ao Imaculado Coração de Maria.

Uma cerimônia curta, com duração aproximada de 30 minutos, e sem nenhum pronunciamento do Presidente, deixou muitos católicos aflitos, questionando a validade deste ato.

Inicialmente achamos muito importante recordar o fato de que o Brasil já foi Consagrado ao Imaculado Coração de Maria em 1946 (veja foto no final da página), e o ato proposto para hoje era da renovação do ato de consagração realizado anteriormente.

Também precisamos ressaltar o fato de que passamos recentemente por governos de extrema esquerda que, mesmo recebendo apoio explicito da CNBB e de muitos católicos que desconhecem a doutrina da Igreja (que proíbe o apoio a partidos comunistas/socialistas), promoviam pautas contrárias a igreja e à liberdade de credo, aprovando desde a união homo afetiva, até o aborto em diversas circunstâncias, entre outros casos. Portanto, conquistar em tão pouco tempo o apoio explícito da atual administração para pautas que defendem abertamente a moral e os valores cristãos, afastando o enorme risco do Brasil se transformar no que vive hoje a Venezuela, é motivo para comemorar, e muito!

Sobre a participação do Presidente no ato, muitos questionaram o silêncio do mesmo e o fato de não ter assinado o ato de renovação da consagração. Vale frisar que o Presidente Bolsonaro, não somente consentiu no ato de consagração, como se fez presente, rezou junto com os presentes e concordou com tudo que aconteceu lá, confirmado inclusive com a assinatura de seu ministro. Obviamente não quis fazer ele mesmo por prudência (talvez mundana) para não ser acusado (injustamente) de criar mais divisões e inimizades em sua base parlamentar, que conta com boa parte de protestantes, uma vez que passa por momentos delicados em sua gestão.

Além do cronograma oficial, estipulado para o ato, houve um momento em que Dom Rifan, juntamente com os presentes, recitou a fórmula de renovação da consagração, que havia sido previamente assinada.

Portanto, mesmo que não tenha acontecido de acordo com a expectativa da maioria dos católicos, podemos afirmar que houve uma renovação (mesmo que imperfeita) e, principalmente, que este ato foi de fato uma grande homenagem à Santíssima Virgem e deve ser canal de muitas graças para a nossa nação.

Aproveitamos a todos que nos visitam para participarem da campanha de Jejum e Oração por nossa Nação! Clique aqui ou na imagem no final do artigo para maiores informações sobre como participar da campanha.

Leia abaixo as informações do ato de consagração realizado em 1946.

Clique aqui para baixar o arquivo em PDF.

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