DOUTRINA CATÓLICA X DOUTRINA DA CNBB – REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

DOUTRINA CATÓLICA X DOUTRINA DA CNBB – REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

DOUTRINA CATÓLICA X DOUTRINA DA CNBB – REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

A CNBB (e os partidos de esquerda) diz que: A redução da maioridade penal não resolve o problema da violência; a prisão não os reeduca; que devemos lutar pelo DESENCARCERAMENTO;… Ademais esses menores infratores são crianças pobres da periferia reagindo contra uma sociedade excludente que lhes nega uma vida digna, etc…

A DOUTRINA CATÓLICA ensina:
01- Que é possível que um jovem (a partir de 16 anos) e uma jovem (a partir de 14 anos) constituam e assumam a responsabilidade de formar uma família;
02- Que “Defender o bem comum implica colocar o agressor injusto na impossibilidade de fazer o mal (Catecismo 2265);
03- Que a prisão de criminosos, independentemente da idade, é antes de tudo para proteger a sociedade e para imputar uma justa punição ao agressor;
04- Que, se um(a) jovem é moralmente capaz de assumir a responsabilidade de uma família, também é capaz de responder judicialmente pelos seus atos, especialmente se comete crimes como assassinato, estrupo, sequestro, tráfico de drogas e outros;

Além disso é preciso afirmar com base nos princípios da moral católica a luz da lógica elementar que:

01- O aprisionamento de criminosos, mesmo com 16 ou 17 anos, visa em primeiro lugar a proteção da sociedade e punição do infrator, praticando justiça para com os agredidos e para com a sociedade;
02- Que a não punição (ou a insuficiente punição) dos crimes praticados por menores, consolida a impunidade e por conseguinte incentiva o cometimento de novos crimes aumentando a violência;
03- Que creditar o cometimento de crimes por partes menores de periferia à sua condição de pobreza é uma escandalosa injustiça para com a maioria pobre da sociedade que ganha a vida com trabalho honesto sem precisar recorrer a prática de crimes;
04- Que, com certeza, o que NÃO resolve o problema da violência é a impunidade;
05- Que as vítimas dos criminosos, bem como as famílias que são diretamente afetadas pela agressão dos criminosos, merecem mais respeito e cuidados do que aqueles dispensados aos agressores.

O que os católicos irão seguir: A Doutrina da Igreja ou o ensinamento da CNBB?

Equipe Templário de Maria

 

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